A Pragmática,tal como a conhecemos hoje, tem início quando Austin começa a desenvolver suas teorias dos atos de fala.
A Linguística concebia que as afirmações serviam apenas para descrever um estado de coisas, podendo assim, serem verdadeiras ou falsas. Austin mostra à Linguística que isto é uma ilusão e distingui dois tipos de afirmações: as que descrevem e as que não descrevem as coisas no mundo. As que descrevem ele chama de constativas e as que não descrevem, e sim, executam uma ação, são chamadas performativas.
É preciso observar que, para que uma afirmação performativa seja de fato realizada, é preciso que não somente ele seja enunciado, mas também, que as circunstâncias de enunciação sejam adequadas.
Um performativo enunciado em condições inadequadas não é falso, mas nulo, não se realiza. Assim, por exemplo, para que um casamento se realize é necessário que se use a "fórmula", ou seja, deve ser realizado em uma igreja (ou o que a equivalha), sendo o enunciador um padre, emitindo a enunciação certa (“eu vos declaro marido e mulher!”), ao ouvinte certo – o noivo e/ou a noiva – para que esse performativo seja efetivamente realizado.
Os Atos de Fala se dividem da seguinte maneira:
1) Ato Locucionário: corresponde ao ato de pronunciar um enunciado;
2) Ato Ilocucionário: corresponde ao ato que o locutor realiza quando pronuncia um enunciado em certas condições comunicativas e com certas intenções (intencionalidade), tais como ordenar, avisar, criticar, perguntar, convidar, ameaçar, etc. Assim, num ato ilocucionário, a intenção comunicativa de execução vem associada ao significado de determinado enunciado;
3) Ato Perlocucionário: corresponde aos efeitos que um dado ato ilocucionário produz no ouvinte. Verbos para convencer, persuadir ou assustar ocorrem neste tipo de atos de fala, pois informam-nos do efeito causado.
Assista no vídeo abaixo um exemplo de um ato performativo, no caso, uma cerimônia de casamento.
A Linguística concebia que as afirmações serviam apenas para descrever um estado de coisas, podendo assim, serem verdadeiras ou falsas. Austin mostra à Linguística que isto é uma ilusão e distingui dois tipos de afirmações: as que descrevem e as que não descrevem as coisas no mundo. As que descrevem ele chama de constativas e as que não descrevem, e sim, executam uma ação, são chamadas performativas.
É preciso observar que, para que uma afirmação performativa seja de fato realizada, é preciso que não somente ele seja enunciado, mas também, que as circunstâncias de enunciação sejam adequadas.
Um performativo enunciado em condições inadequadas não é falso, mas nulo, não se realiza. Assim, por exemplo, para que um casamento se realize é necessário que se use a "fórmula", ou seja, deve ser realizado em uma igreja (ou o que a equivalha), sendo o enunciador um padre, emitindo a enunciação certa (“eu vos declaro marido e mulher!”), ao ouvinte certo – o noivo e/ou a noiva – para que esse performativo seja efetivamente realizado.
Os Atos de Fala se dividem da seguinte maneira:
1) Ato Locucionário: corresponde ao ato de pronunciar um enunciado;
2) Ato Ilocucionário: corresponde ao ato que o locutor realiza quando pronuncia um enunciado em certas condições comunicativas e com certas intenções (intencionalidade), tais como ordenar, avisar, criticar, perguntar, convidar, ameaçar, etc. Assim, num ato ilocucionário, a intenção comunicativa de execução vem associada ao significado de determinado enunciado;
3) Ato Perlocucionário: corresponde aos efeitos que um dado ato ilocucionário produz no ouvinte. Verbos para convencer, persuadir ou assustar ocorrem neste tipo de atos de fala, pois informam-nos do efeito causado.
Assista no vídeo abaixo um exemplo de um ato performativo, no caso, uma cerimônia de casamento.